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Posts Tagged ‘Redes Sociais’

Cristiano Ronaldo chegou hoje ao Twitter, viu e venceu, e já ultrapassou os 30 mil seguidores. Nada de especial, se atentarmos ao facto que no Facebook tem mais de 4,5 milhões de fãs.

Mais interessante será para a Armani saber que, em 4o minutos, 6 mil pessoas “clicaram” na sua foto de campanha no Facebook (10 por cento dos “fãs”) e mais de 7 mil foram ver a mesma imagem via Twitter (no mesmo espaço de tempo, 40 minutos, 25 por cento dos seguidores).

Algumas conclusões:

– a marca Cristiano é um bom investimento da marca Armani

– o Twitter é mais eficaz que o Facebook em termos de activação

– os golos do Ronaldo no Mundial não interessam para nada.

Nota: os números deste post desactualizam-se a cada segundo, mas as conclusões, para já, mantêm-se.

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Hugo Chávez, depois de surpreender o mundo (e assustar meio outro) com a abertura de uma conta no Twitter, é hoje notícia por ter recrutado 200 pessoas para gerir essa conta. As reacções, em geral, são de espanto e gargalhada geral.

Questões políticas à parte (diz que abraçou o Twitter como mais “uma arma da revolução”), Chávez entendeu muito bem o segredo das redes sociais: o engagement e o diálogo.

Contrariamente a várias celebridades que se limitam a acumular milhares ou milhões de seguidores e debitar de vez em quando umas frases, sem qualquer ou muito pouca interacção com o público, Chavez decidiu responder a todos os que se lhe dirigem. As mensagens são diversas, mas a maioria parecem ser apelos para casos pessoais, como este ou mensagens de apoio (também de críticas, naturalmente).

Com cerca de 243 mil seguidores nesta data e 50 mil mensagens recebidas nas duas primeiras semanas, o ““Presidente de la República Bolivariana de Venezuela. Soldado Bolivariano, Socialista y Antiimperialista” (é esta a sua biografia no Twitter) prometeu não deixar nenhum seguidor sem resposta.

Chávez percebeu que o Twitter é uma plataforma única de comunicação, de persuasão, de gestão da reputação. Tal como os políticos e as organizações o perceberam. Mas, para ser eficaz e mobilizador, exige respostas rápidas, capacidade de diálogo e de envolvimento. A entrada nas redes sociais é, de facto, um investimento exigente e caro, que exige ser bem pensado antes de ser eleito como uma “ferramenta de marketing e comunicação”.

Não sei se 200 pessoas serão um exagero, talvez não seja. O que é certo é que, tal como Chávez e as grandes organizações já perceberam, sem os recursos necessários (isto é, uma equipa dedicada e dimensionada) a presença nas  redes sociais é mero folclore e sem qualquer retorno.

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A maioria dos bloggers já se consideram jornalistas. O inquérito “2010 PRWeek/PR Newswire Media Survey”, que abrangeu 1568 profissionais dos media “tradicionais” e “não tradicionais” e 1670 profissionais de Relações Públicas nos Estados Unidos, revelou que 52% dos bloggers se equiparam a profissionais de comunicação social. Segundo o estudo, um importante crescimento desde o ano passado, em que apenas um em cada três partilhavam esta opinião.

Se bem que, na realidade, ainda só 20 por cento dos bloggers reconheçam que a maior parte do seu rendimento deriva da sua actividade na blogoesfera. Apenas um crescimento de 4% em relação a 2009.

Do total dos inquiridos, o uso de blogs e redes sociais para pesquisa tem aumentado; mas há uma grande diferença nessa utilização entre bloggers e jornalistas dos media tradicionais. Enquanto 91% dos bloggers e 68% dos jornalistas online usam blogs “sempre” ou “às vezes” para pesquisa, apenas 35 por cento dos repórteres de jornais e 38% dos jornalistas de revistas off-line admitem recorrer às novas plataformas.

A mesma discrepância verifica-se no que toca ao uso de redes sociais para investigação.No geral, 33 por cento dos inquiridos dizem usá-las, enquanto os bloggers revelam um uso superior (48%) aos jornais e (31%) e revistas impressas (27%).

Se considerarmos o Twitter, o contraste ainda é maior: 64% dos bloggers e 36% dos jornalistas online usam o twitter como ferramenta de trabalho. Esta percentagem baixa para 19% dos jornalistas de jornais e 17% das revistas.
No que respeita ao uso de “tuites” (posts do Twitter) nos artigos, apenas 19 a 20% dos jornalistas dos media tradicionais o fazem.
Nos Estados Unidos, já 55% dos bloggers e 42% dos jornalistas de meios online usam posts do Twitter. E, surpreendentemente, 48% das notícias de televisão!

Creio que um estudo semelhante ainda não tenha sido feito em Portugal. Embora as percentagens possam variar (a indústria dos blogs e o jornalismo online estará num estádio ainda emergente em Portugal), estou em crer que as tendências registadas no estudo da PR Week  não estarão longe de uma realidade próxima em Portugal e nos mercados europeus em geral.

Nota: este post foi inicialmente publicado em Jornalistas de Sofá.

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A EuroRSCG, assumida como agência global de publicidade e comunicação na frente dos novos canais e das redes sociais, encontrou uma forma original de dar os parabéns à Advertising Age, bíblia americana (e mundial) dos profissionais de marketing e  publicidade.

No tradicional anúncio comemorativo publicado na edição de aniversário da revista, a EuroRSCG remete para um endereço no Twitter (http://twitter.com/AdAge80) onde centenas de pessoas se juntaram para celebrar o 80.º aniversário da publicação.

Preparada “em segredo”, a página do Twitter propositadamente criada para o efeito foi alimentada durante o fim-de-semana pelos colaboradores da EuroRSCG e suas afiliadas em todo o mundo. A partir de hoje, data do aniversário, todas as pessoas que acedam à página são convidadas a congratular a octogenária revista.

Uma campanha gerada a partir de um simples e-mail, um mundo de parabéns à distância de um tweet.

PS: Já agora, vale a pena ler no site os vários artigos que analisam a história do mundo, nos últimos 80 anos, através da história do marketing. Não deixa também de ser curioso que, quando a Ad Age saiu para as bancas, as bolsas tinham-se afundado e estava-se no início da Grande Depressão…

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O Briefing relata hoje que, “de acordo com os resultados do estudo Netpanel da Marketest, o Facebook foi, em Janeiro, o domínio com maior número de páginas visitadas pelos portugueses nos acessos realizados a partir do lar”. O pódio fica completo com o google.pt (ex-líder) seguido pelo Hi5.

O mesmo jornal dizia aqui que, nos EUA em 2010, a publicidade online vai ultrapassar a publicidade na imprensa.

A comunicação na web e nas redes sociais já não é uma tendência, é um padrão. As relações públicas e a comunicação empresarial trabalham hoje com um novo paradigma, e a “evangelização” dos nossos clientes é uma das nossas novas missões. Outra é procurar a forma acertada e pertinente de estar online, pois, também na web, não há receitas universais. E é aqui que entra o conselho em comunicação.

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A melhor certeza que os nossos filhos não se deslumbram com as redes sociais, foi o alerta que o meu adolescente de 14 anos me deu hoje em relação ao “Leitão 2010”, o tão badalado (e esperado) mega-encontro de twitters que vai acontecer no próximo domingo.

“Acho que se arriscam a grandes desilusões com este encontro de twitters” “Porquê’?” “Porque vão descobrir que algumas caras não têm nada a ver com os avatares, que os deputados são míudos de 13 anos que andaram a gozar a vossa cara, que aquele tipo que parecia interessante e charmoso é um grandessíssimo nerd… Cuidado.”

Não sendo ele frequentador da rede twitter, que conhece apenas pelos meus comentários em família, o que este “aviso” ilustra é que as novas gerações, nadas  e criadas na internet, são bem mais prudentes e realistas que muitos adultos.

Para além de ser reconfortante, é um bom indicador para as marcas que comunicam com esta geração e com os adultos que eles serão daqui a poucos anos. Muito realismo e muita sinceridade, é o que eles querem.

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